sábado, 22 de junho de 2019
SONHEI
...Que lia, em algum livro, supostamente espírita,
uma frase assim:
"Deus procura um espírito iluminado para colocar
em um corpo deficiente".
Evidentemente, o livro não é espírita.
A afirmação não se coaduna com os ensinamentos
preconizados pelo Espiritismo.
Não há uma formação de um corpo físico e, somente
depois, a procura (ou formação) de um espírito para
ser alojado no corpo recém criado.
O corpo físico é elaborado A PARTIR das condições
do espírito, que vai ser reinternado no educandário
da vida terrestre.
Nada que provenha da espiritualidade superior
é puro improviso!
As deficiências do corpo físico são decorrência
das deficiências do espírito!
Claro que existem variações.
O Espiritismo não vem corroborar o antiquìssimo
preconceito que acompanha a mentalidade humana
há milênios, de que
"se o corpo é deformado, o espírito também é!",
que justificava o infanticídio na Idade Antiga,
o desprezo público na Idade Média e a
abstenção de ajuda, que ocorre ainda hoje.
Frequentamos essa escola terrestre justamente para isso:
ajudarmo-nos mutuamente e assimilarmos que ninguém
consegue evoluir contando unicamente consigo!
Que o Sol do verdadeiro conhecimento nos ilumine a todos!
Abraço do tesco.
quinta-feira, 16 de maio de 2019
AMIGOS DO SÉCULO 21
Caros amigos do século 21...
Escrevo-lhes aqui do século 24, e vocês ainda não sabem,
mas finalmente as guerras acabaram!
Acabaram-se as guerrilhas, as revoluções, os atentados,
o terrorismo, os homicídios, o banditismo, as disputas
fratricidas, os golpes de Estado, os Estados, a violência...
Fiz uma pesquisa nas crônicas dos séculos anteriores ao 22,
para entender bem alguns desses conceitos, que foram
gradativamente sendo esquecidos.
O século 21 foi o último século violento, foi quando
ocorreram os movimentos mais vergonhosos da Humanidade.
Principalmente dessa Humanidade que se afigurava
conscientizada do seu papel no mundo.
Antes que digam "Que maravilha!",
tenho que lhes falar que não está tudo bem.
Pelo contrário, muita coisa anda mal.
A corrupção, a desonestidade, as falcatruas, o engodo,
ainda não desapareceram totalmente.
Mas, o pior de tudo: a Humanidade não tem mais o espírito
empreendedor e aventureiro que a caracterizava.
As pessoas não mais querem coisas novas,
estão apáticas em relação ao conhecimento e às artes.
A maioria dos cientistas não procura descobrir o que ainda
resta de mistério.
As invenções se acabaram.
Onde o gênio inventivo das pessoas?
Contentam-se com o que já temos, o que foi conquistado
ou descoberto ou inventado nos séculos anteriores,
do 15º ao 21º.
Ouvem Vivaldi, Mozart, Bach, Beethoven, Beatles, Queen,
Pink Floyd...
Vêem pinturas de Da Vinci, Rafael, Canaletto, Michelangelo,
Dalí, Picasso (coisa abominável, só poderia mesmo ser de
um tempo de guerras!), Portinari, Botticelli, Hals, Monet...
Vêem filmes de Kurosawa, Hitchcock, Antonioni, Ford,
Spielberg, Chaplin, Capra...
Sempre os mesmos.
Nada surgiu de novo após o século 21.
A exploração espacial foi abandonada, a das profundezas
oceânicas, também parou.
Não morrem milhões de pessoas diariamente porque
a população, que já foi de quase oito bilhões, decresceu
assustadoramente.
Após as carnificinas de 2035, 2060 e 2095, e das catástrofes
naturais do século 22, somos por volta de dois e meio
bilhões de pessoas
E sem perspectivas de crescimento demográfico.
Não há mais interesse em ter filhos.
Cena rara é ver uma criança, não só num parque ou
na rua, em qualquer lugar elas são raridade.
Dos cerca de duzentos e cinqüenta cientistas que restamos
no mundo, dizem alguns que isso é resultado da ação de
extraterrestres, que teriam alterado o genoma humano.
Baseiam-se num visionário do século 21,
Tiesko ou algo assim.
A maioria, no entanto, tem certeza que é conseqüência
da radioatividade gerada nas explosões nucleares de 2095.
A última invenção do gênero humano foi esta da qual me
utilizo para lhes enviar esta mensagem.
Um mecanismo que envia escritos eletrônicos para
exatos trezentos anos no passado.
Isso foi descoberto em 2147, por Tieskov (talvez daí a
crença nesse antepassado Tiesko), nosso último grande
cientista.
Graças a estudiosos e raros colegas, esse aparelho foi
recentemente aperfeiçoado, e finalmente funcionou.
E mandamos isto como uma mensagem de um náufrago,
em uma garrafa:
SALVEM-NOS!
Não sei como, mas evitem estas guerras vindouras.
Tentem evitar o desequilíbrio ambiental que nos legaram.
Claro que não queremos a manutenção do espírito
belicoso dos homens, mas do jeito que está,
estamos condenados à extinção como uma civilização.
Pelo amor ao Supremo Espírito:
Façam alguma coisa por nós.
SOMOS SEUS FILHOS!
___________
tesco
(publicado no extinto blog "Nós por nós", em 2005.07)
quinta-feira, 11 de abril de 2019
FÁBULA ROMANA
pertencia ao povo de Roma e, se dava lucro, era com
observância de regras ambientais, os frutos de sua riqueza
eram divididos em educação e segurança ao povo.
Foi no reinado de Cardoso Calígula, um grande filho duma
puta, que se resolveu vender a preço de banana (fruta até
então desconhecida) o vulcão. Dali pra frente o império
romano foi lesado, pois todo o lucro do Vesúvio escoava
pro reino dos Bárbaros, que havia comprado a consciência
de Calígula Cardoso, aquele filho duma puta.
Em termos de filhadaputice, o próprio Calígula acabou
superado, pois é da sina dos torpes serem apagados
pela História. Um dia Roma, com um povo totalmente
ensandecido pelo sofrimento, levou ao trono Tito Flávio,
dez vezes mais filho da puta que Calígula. Este era um
nome de guerra, que nem fazem os papas, adotam outro
nome pra reinar. Na verdade Tito Flávio era registrado
em cartório romano como um simples Jair.
De toda sorte, fontes históricas (Heródoto, principalmente)
especulam as razões de tal nome imperial. Do Tito não se
chegou a conclusão alguma, mas sabe-se que Flávio foi
em homenagem a um dos filhos do imperador.
Remanescem, todavia, dúvidas se era o filho viado,
o corrupto ou o do pinto pequeno.
Pouco importa. Heródoto registra de importante no
governo de Jair Tito Flávio o absoluto descaso com leis
ambientais, a total subserviência ao império bárbaro e
demais derrotas que levaram ao rompimento da barreira
do Vesúvio e o soterramento de Pompéia, num dos
maiores crimes ambientais da História. O povo de Roma
fala em enforcar Tito Flávio e seus asseclas, e reestatizar
o Vesúvio.
por Germano Quaresma
=================
https://web.facebook.com/sebastiao.guimaraes.96?fref=
pb&hc_location=friends_tab
(em 2019.01.26)
sexta-feira, 22 de março de 2019
LUZES
"O governo dos tolos é também
o dos velhacos,
seus assessores e confidentes."
Marquês de Maricá
("Máximas, pensamentos e reflexões", máxima 2076)
o dos velhacos,
seus assessores e confidentes."
Marquês de Maricá
("Máximas, pensamentos e reflexões", máxima 2076)
Ninguém pense que a frase é baseada no atual momento. .
Parece ser uma verdade universal.
O livro foi publicado em 1839.
Se calha com nossa realidade, azar o nosso!
Parece ser uma verdade universal.
O livro foi publicado em 1839.
Se calha com nossa realidade, azar o nosso!
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 30 de janeiro de 2019
ESTUPIDEZ DE QUEM MENTE
NOTA BENE.:
Se alguém pensar que esta mensagem
se refere ao atual governo da República,
a dedução é da própria pessoa.
Repare que a psicografia data do ano 2000.
Se tudo se ajusta ao momento atual,
a culpa NÃO É MINHA!
ESTUPIDEZ DE QUEM MENTE
Ninguém pode almejar construir uma
carreira profissional sólida e duradoura,
estruturado na areia movediça de palavras dúbias.
Ninguém pode, por outro lado,
esperar ter relacionamentos profundos,
sérios, duradouros e gratificantes,
sem viver o ideal da sinceridade.
Ninguém pode ter fé, acreditar em Deus
e nas Forças do Bem,
se não acredita sequer em si próprio.
Em suma, ninguém pode ser feliz mantendo
o trágico e deprimente vício da mitomania.
A credibilidade tem a medida exata
do quanto o indivíduo convenceu-se a si mesmo
da verdade que prega.
A honestidade em se refletir o que vai dentro d’alma
é tão fundamental que
existem vendedores que conseguem induzir gente
a adquirir o que não precisa
e oradores inflamados a postularem crimes
e descalabros de lógica,
simplesmente por, de coração, crerem no que falam.
Hitler realmente acreditava no que dizia – por isso,
o poder persuasivo de suas palavras que,
associadas a seu carisma e retórica excepcionais,
conferiam-lhe um poder quase absoluto
sobre a multidão.
Assim, se você pretende salvar o mundo, disseminar
a paz e difundir o amor, comece por si mesmo.
Ninguém divulga felicidade se não inicia por senti-la,
sem dissimulações.
A coerência de quem vive o que propõe
fornece a consistência sólida que
finca fundas bases sobre a mente alheia.
Se você duvida de seu poder, emana isso por todas
as dimensões de seu ser – da linguagem não-verbal
às vibrações telepáticas – e todos acabam por duvidar.
Se você não crê em si, todos descrêem.
Evidentemente que nenhum louco
vai ser visto como lúcido,
por acreditar em seus devaneios,
assim como nenhuma mente criminosa
arrastará gente de boa índole a praticar
atos de selvageria,
mas o poder de fascínio que essas pessoas exercem,
sob o efeito de sua auto-hipnose de fé
é de uma intensidade constrangedora
e tem conduzido indivíduos e coletividades
a amargos momentos de desgraça,
quando não, em contraponto,
a fantásticos momentos de glória.
Não adianta ser apenas racional, probo e gentil.
Alie, a seu discurso, uma forte dose de verdade pessoal.
Se você falar do que realmente vai-lhe na alma,
surpreender-se-á com a força magnética do que diz.
Claro que não se pode expor completamente
tudo que se pensa.
O filtro do bom senso é indispensável.
O tempo, porém, fá-lo-á descobrir as medidas certas
de abertura com os outros,
para ser íntegro sem ser imprudente e ingênuo.
Em resumo, ser ético é tão verdadeiro,
que até para praticar o mal tem que se ser sincero,
em doses que embaraçariam muita gente
que se diz religiosa e honesta.
Ninguém vence em larga medida,
sem parcelas substanciais de verdade,
corajosamente apresentadas em público.
Pense nisso quando pensar no “jeitinho brasileiro”
ou na “esperteza” de quem quer
levar vantagem em tudo.
Quem mente para os outros, mente para si;
pretende fazer os outros passarem por palhaços e,
em última análise,
cai em ridículo e em total descrédito.
Pode até vencer por um tempo,
engabelando a boa-fé alheia,
mas chega sempre o instante
em que seus atos o traem,
e ele perde toda a conquista em termos de imagem
e reputação que construiu,
com dificílimas possibilidades de reversão.
E se até para ser um expoente do mal
a integridade é um elemento basilar,
que não se dizer para você, prezado amigo,
que almeja se espiritualizar e encontrar
uma verdade mais profunda em si mesmo e na vida?
É hora de ser sincero.
Com traquejo, sem ser tolo;
mas, mesmo que com tato para ocultar
o que não convém ser revelado,
colocando a verdade, a honestidade e a coerência
com princípios e valores de decência e justiça
acima de quaisquer elementos
de interesse subalterno, momentâneo.
Fazendo isso, ainda que o mundo o apedreje,
circunstancialmente,
a Verdade de Deus o procurará em toda parte,
favorecendo-o com mil graças
em forma de oportunidades de crescimento,
realização e felicidade,
na área em que aparentemente teria perdido
e/ou em outras tantas que nem sequer imaginaria
poderem ser afetadas por seus atos de heroísmo
silencioso e anônimo.
Achar que ser honesto é ser bobo
é denotar baixíssimo grau de maturidade psicológica
(sem falar no aspecto moral);
é estar afirmando, tacitamente, por exemplo,
entre muitas outras coisas pouco lisonjeiras,
que paz de consciência,
sentimento de dever cumprido
e auto-estima são valores desimportantes.
Creio que você não seja uma criança,
emocional e espiritualmente.
Se é realmente um adulto,
não pode se sentir bem em ser um parasita
escorregadio e ambíguo (na pior acepção da palavra).
Se você é gente não gosta da atitude de quem mente,
nem vai se sentir bem em, você mesmo, mentir.
Eugênia
("Perspectivas", psicografia Benjamin Teixeira)
(Mensagem recebida em (2000.08.01)
=============
Se alguém pensar que esta mensagem
se refere ao atual governo da República,
a dedução é da própria pessoa.
Repare que a psicografia data do ano 2000.
Se tudo se ajusta ao momento atual,
a culpa NÃO É MINHA!
ESTUPIDEZ DE QUEM MENTE
Ninguém pode almejar construir uma
carreira profissional sólida e duradoura,
estruturado na areia movediça de palavras dúbias.
Ninguém pode, por outro lado,
esperar ter relacionamentos profundos,
sérios, duradouros e gratificantes,
sem viver o ideal da sinceridade.
Ninguém pode ter fé, acreditar em Deus
e nas Forças do Bem,
se não acredita sequer em si próprio.
Em suma, ninguém pode ser feliz mantendo
o trágico e deprimente vício da mitomania.
A credibilidade tem a medida exata
do quanto o indivíduo convenceu-se a si mesmo
da verdade que prega.
A honestidade em se refletir o que vai dentro d’alma
é tão fundamental que
existem vendedores que conseguem induzir gente
a adquirir o que não precisa
e oradores inflamados a postularem crimes
e descalabros de lógica,
simplesmente por, de coração, crerem no que falam.
Hitler realmente acreditava no que dizia – por isso,
o poder persuasivo de suas palavras que,
associadas a seu carisma e retórica excepcionais,
conferiam-lhe um poder quase absoluto
sobre a multidão.
Assim, se você pretende salvar o mundo, disseminar
a paz e difundir o amor, comece por si mesmo.
Ninguém divulga felicidade se não inicia por senti-la,
sem dissimulações.
A coerência de quem vive o que propõe
fornece a consistência sólida que
finca fundas bases sobre a mente alheia.
Se você duvida de seu poder, emana isso por todas
as dimensões de seu ser – da linguagem não-verbal
às vibrações telepáticas – e todos acabam por duvidar.
Se você não crê em si, todos descrêem.
Evidentemente que nenhum louco
vai ser visto como lúcido,
por acreditar em seus devaneios,
assim como nenhuma mente criminosa
arrastará gente de boa índole a praticar
atos de selvageria,
mas o poder de fascínio que essas pessoas exercem,
sob o efeito de sua auto-hipnose de fé
é de uma intensidade constrangedora
e tem conduzido indivíduos e coletividades
a amargos momentos de desgraça,
quando não, em contraponto,
a fantásticos momentos de glória.
Não adianta ser apenas racional, probo e gentil.
Alie, a seu discurso, uma forte dose de verdade pessoal.
Se você falar do que realmente vai-lhe na alma,
surpreender-se-á com a força magnética do que diz.
Claro que não se pode expor completamente
tudo que se pensa.
O filtro do bom senso é indispensável.
O tempo, porém, fá-lo-á descobrir as medidas certas
de abertura com os outros,
para ser íntegro sem ser imprudente e ingênuo.
Em resumo, ser ético é tão verdadeiro,
que até para praticar o mal tem que se ser sincero,
em doses que embaraçariam muita gente
que se diz religiosa e honesta.
Ninguém vence em larga medida,
sem parcelas substanciais de verdade,
corajosamente apresentadas em público.
Pense nisso quando pensar no “jeitinho brasileiro”
ou na “esperteza” de quem quer
levar vantagem em tudo.
Quem mente para os outros, mente para si;
pretende fazer os outros passarem por palhaços e,
em última análise,
cai em ridículo e em total descrédito.
Pode até vencer por um tempo,
engabelando a boa-fé alheia,
mas chega sempre o instante
em que seus atos o traem,
e ele perde toda a conquista em termos de imagem
e reputação que construiu,
com dificílimas possibilidades de reversão.
E se até para ser um expoente do mal
a integridade é um elemento basilar,
que não se dizer para você, prezado amigo,
que almeja se espiritualizar e encontrar
uma verdade mais profunda em si mesmo e na vida?
É hora de ser sincero.
Com traquejo, sem ser tolo;
mas, mesmo que com tato para ocultar
o que não convém ser revelado,
colocando a verdade, a honestidade e a coerência
com princípios e valores de decência e justiça
acima de quaisquer elementos
de interesse subalterno, momentâneo.
Fazendo isso, ainda que o mundo o apedreje,
circunstancialmente,
a Verdade de Deus o procurará em toda parte,
favorecendo-o com mil graças
em forma de oportunidades de crescimento,
realização e felicidade,
na área em que aparentemente teria perdido
e/ou em outras tantas que nem sequer imaginaria
poderem ser afetadas por seus atos de heroísmo
silencioso e anônimo.
Achar que ser honesto é ser bobo
é denotar baixíssimo grau de maturidade psicológica
(sem falar no aspecto moral);
é estar afirmando, tacitamente, por exemplo,
entre muitas outras coisas pouco lisonjeiras,
que paz de consciência,
sentimento de dever cumprido
e auto-estima são valores desimportantes.
Creio que você não seja uma criança,
emocional e espiritualmente.
Se é realmente um adulto,
não pode se sentir bem em ser um parasita
escorregadio e ambíguo (na pior acepção da palavra).
Se você é gente não gosta da atitude de quem mente,
nem vai se sentir bem em, você mesmo, mentir.
Eugênia
("Perspectivas", psicografia Benjamin Teixeira)
(Mensagem recebida em (2000.08.01)
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Abraço do tesco.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
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