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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

ESTUPIDEZ DE QUEM MENTE

NOTA BENE.: 
Se alguém pensar que esta mensagem
se refere 
ao atual governo da República, 
a dedução é da própria pessoa. 
Repare que a psicografia data do ano 2000. 
Se tudo se ajusta ao momento atual, 
a culpa NÃO É MINHA! 


ESTUPIDEZ DE QUEM MENTE 

Ninguém pode almejar construir uma 
carreira profissional sólida e duradoura, 
estruturado na areia movediça de palavras dúbias. 

Ninguém pode, por outro lado, 
esperar ter relacionamentos profundos, 
sérios, duradouros e gratificantes, 
sem viver o ideal da sinceridade. 

Ninguém pode ter fé, acreditar em Deus 
e nas Forças do Bem, 
se não acredita sequer em si próprio. 
Em suma, ninguém pode ser feliz mantendo 
o trágico e deprimente vício da mitomania. 

A credibilidade tem a medida exata 
do quanto o indivíduo convenceu-se a si mesmo 
da verdade que prega. 

A honestidade em se refletir o que vai dentro d’alma 
é tão fundamental que 
existem vendedores que conseguem induzir gente 
a adquirir o que não precisa 
e oradores inflamados a postularem crimes 
e descalabros de lógica, 
simplesmente por, de coração, crerem no que falam. 

Hitler realmente acreditava no que dizia – por isso, 
o poder persuasivo de suas palavras que, 
associadas a seu carisma e retórica excepcionais, 
conferiam-lhe um poder quase absoluto 
sobre a multidão. 

Assim, se você pretende salvar o mundo, disseminar 
a paz e difundir o amor, comece por si mesmo. 
Ninguém divulga felicidade se não inicia por senti-la, 
sem dissimulações. 

A coerência de quem vive o que propõe 
fornece a consistência sólida que 
finca fundas bases sobre a mente alheia. 

Se você duvida de seu poder, emana isso por todas 
as dimensões de seu ser – da linguagem não-verbal 
às vibrações telepáticas – e todos acabam por duvidar. 
Se você não crê em si, todos descrêem. 

Evidentemente que nenhum louco 
vai ser visto como lúcido, 
por acreditar em seus devaneios, 
assim como nenhuma mente criminosa 
arrastará gente de boa índole a praticar 
atos de selvageria, 
mas o poder de fascínio que essas pessoas exercem, 
sob o efeito de sua auto-hipnose de fé 
é de uma intensidade constrangedora 
e tem conduzido indivíduos e coletividades 
a amargos momentos de desgraça, 
quando não, em contraponto, 
a fantásticos momentos de glória. 

Não adianta ser apenas racional, probo e gentil. 
Alie, a seu discurso, uma forte dose de verdade pessoal. 
Se você falar do que realmente vai-lhe na alma, 
surpreender-se-á com a força magnética do que diz. 

Claro que não se pode expor completamente 
tudo que se pensa. 
O filtro do bom senso é indispensável. 
O tempo, porém, fá-lo-á descobrir as medidas certas 
de abertura com os outros, 
para ser íntegro sem ser imprudente e ingênuo. 

Em resumo, ser ético é tão verdadeiro, 
que até para praticar o mal tem que se ser sincero, 
em doses que embaraçariam muita gente 
que se diz religiosa e honesta. 

Ninguém vence em larga medida, 
sem parcelas substanciais de verdade, 
corajosamente apresentadas em público. 

Pense nisso quando pensar no “jeitinho brasileiro” 
ou na “esperteza” de quem quer 
levar vantagem em tudo. 

Quem mente para os outros, mente para si; 
pretende fazer os outros passarem por palhaços e, 
em última análise, 
cai em ridículo e em total descrédito. 

Pode até vencer por um tempo, 
engabelando a boa-fé alheia, 
mas chega sempre o instante 
em que seus atos o traem, 
e ele perde toda a conquista em termos de imagem 
e reputação que construiu, 
com dificílimas possibilidades de reversão. 

E se até para ser um expoente do mal 
a integridade é um elemento basilar, 
que não se dizer para você, prezado amigo, 
que almeja se espiritualizar e encontrar 
uma verdade mais profunda em si mesmo e na vida? 

É hora de ser sincero. 
Com traquejo, sem ser tolo; 
mas, mesmo que com tato para ocultar 
o que não convém ser revelado, 
colocando a verdade, a honestidade e a coerência 
com princípios e valores de decência e justiça 
acima de quaisquer elementos 
de interesse subalterno, momentâneo. 

Fazendo isso, ainda que o mundo o apedreje, 
circunstancialmente, 
a Verdade de Deus o procurará em toda parte, 
favorecendo-o com mil graças 
em forma de oportunidades de crescimento, 
realização e felicidade, 
na área em que aparentemente teria perdido 
e/ou em outras tantas que nem sequer imaginaria 
poderem ser afetadas por seus atos de heroísmo 
silencioso e anônimo. 

Achar que ser honesto é ser bobo 
é denotar baixíssimo grau de maturidade psicológica 
(sem falar no aspecto moral); 
é estar afirmando, tacitamente, por exemplo, 
entre muitas outras coisas pouco lisonjeiras, 
que paz de consciência, 
sentimento de dever cumprido 
e auto-estima são valores desimportantes. 

Creio que você não seja uma criança, 
emocional e espiritualmente. 
Se é realmente um adulto, 
não pode se sentir bem em ser um parasita 
escorregadio e ambíguo (na pior acepção da palavra). 
Se você é gente não gosta da atitude de quem mente, 
nem vai se sentir bem em, você mesmo, mentir. 

Eugênia 
("Perspectivas", psicografia Benjamin Teixeira) 
(Mensagem recebida em (2000.08.01) 
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Abraço do tesco. 

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

RECICLEMOS



VEGETARIANOS NO BRASIL

PESQUISA DO IBOPE APONTA CRESCIMENTO HISTÓRICO 
NO NÚMERO DE VEGETARIANOS NO BRASIL

No Brasil, 14% da população se declara vegetariana, segundo 
pesquisa do IBOPE Inteligência conduzida em abril de 2018. 

Nas regiões metropolitanas de São Paulo, Curitiba, Recife e 
Rio de Janeiro este percentual sobe para 16%. A estatística 
representa um crescimento de 75% em relação a 2012, quando 
a mesma pesquisa indicou que a proporção da população 
brasileira nas regiões metropolitanas que se declarava 
vegetariana era de 8% . Hoje, isto representa quase 30 milhões 
de brasileiros que se declaram adeptos a esta opção alimentar 
– um número maior do que as populações de toda a Austrália 
e Nova Zelândia juntas - em um grupo que inclui cada vez mais 
personalidades, como Xuxa Meneghel, Júnior Lima, Tatá 
Werneck, Yasmin Brunet, Luisa Mell, João Gordo, Isabelle 
Drummond e Giulia Gayoso.  

A pesquisa do IBOPE Inteligência mostra ainda o crescimento 
rápido no interesse por produtos veganos (ou seja, livres de 
qualquer ingrediente de origem animal) na população em 
geral: mais da metade dos entrevistados (55%) declara que 
consumiria mais produtos veganos se estivessem melhor 
indicados na embalagem ou se tivessem o mesmo preço 
que os produtos que estão acostumados a consumir (60%). 
Nas capitais, esta porcentagem sobe para 65%.  

O salto surpreendente no número de pessoas que exclui 
alimentos de origem animal de seu cardápio reflete tendências 
mundiais consolidadas de busca por uma alimentação mais 
saudável, sustentável e ética.  Por um lado, o reconhecimento 
dos benefícios de uma alimentação vegetariana para a saúde 
é cada vez maior, com grandes organizações - como a 
Organização Mundial de Saúde - se pronunciando sobre os 
riscos do consumo elevado de carnes. Por outro lado, o 
crescimento no número de pessoas que opta por excluir as 
carnes e derivados do cardápio, ou reduzir seu consumo, é 
impulsionado pela preocupação crescente da população com 
os impactos de seus hábitos de consumo. Dentre estas, estão 
as preocupações com o impacto ambiental negativo da 
pecuária e a indignação com as condições de vida impostas 
aos animais usados nos processos de produção. De fato, uma 
pesquisa do Datafolha de 2017 já havia mostrado que 63% dos 
brasileiros quer reduzir o consumo de carne. 

Seguindo as mesmas tendências, em todo o mundo há 
empresas e investidores começando a mudar de rumo, com 
investimentos crescentes no setor de proteínas vegetais e de 
substitutos às carnes, leite e ovos. Nomes famosos, como Bill 
Gates, Richard Branson (da Virgin) e Sergey Brin (do Google) 
apostam no crescimento do setor. As estimativas 
apresentadas na pesquisa do IBOPE revelam que as 
oportunidades de negócios são também enormes para as 
empresas e investidores brasileiros atentos a estes dados. 
Segundo Ricardo Laurino, presidente da Sociedade 
Vegetariana Brasileira, “o vegetarianismo está deixando de 
ser uma escolha de uma parcela restrita da população, para 
rapidamente ocupar posição central na mesa dos brasileiros”. 

SOBRE A PESQUISA 
As entrevistas foram realizadas por uma equipe de 
entrevistadores do IBOPE Inteligência em 142 municípios 
nas capitais, periferias e interiores das regiões Norte, 
Centro-Oeste, Nordeste, Sul e Sudeste do país. O universo 
amostral incluiu representantes  de ambos os sexos, das 
classes A, B, C e DE, com 16 anos ou mais. A margem de erro 
desta amostra com respeito a população brasileira em geral é 
estimada em 2 pontos percentuais, com um nível de confiança 
estatística de 95%. A pesquisa foi encomendada pela 
Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), mas inteiramente 
realizada pelo IBOPE Inteligência. 
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Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

CALMA, GENTE!


LUZES

"SOMENTE ASSIM
Ama.
Perdoa. 
Serve. 
Luta. 
Caminha. 
Compreende. 
Esquece. 
Ilumina. 
Socorre. 
Espera. 
Ora. 
Só assim terás plena convicção de que 
aconteça o que acontecer,
seja onde for, 
como for e com quem for, 

estarás acertando sempre."

Irmão José
("Espírito e vida",
psicografia Chico Xavier)