A professora pergunta pra um aluno quieto demais,
mistura de preguiçoso e sem entusiasmo.
- Sabe por que você é assim?
- Não posso imaginar.
- Exatamente. É por isso mesmo!
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A professora pergunta pra um aluno quieto demais,
mistura de preguiçoso e sem entusiasmo.
- Sabe por que você é assim?
- Não posso imaginar.
- Exatamente. É por isso mesmo!
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Um jovem monge foi até o mestre Ji-shou e perguntou:
- Como chamamos uma pessoa que entende uma verdade
mas não pode explicá-la em palavras?
Disse o mestre:
- Uma pessoa muda comendo mel.
- E como chamamos uma pessoa que não entende a verdade,
mas fala muito sobre ela?
- Um papagaio imitando as palavras de uma outra pessoa."
Conto Zen
("178 contos Zen", org. Monja Cohen, conto 63)
P.S.:
Se vislumbrarem alguém assim, não tenho nada com isso.
É a tradição Zen que está falando!
Esperamos que a KAMALA tenha bom desempenho
como Vice-presidente dos EUA.
"Constituímo-nos como sujeitos pela linguagem.
O que nos difere dos outros animais e nos faz
humanos é nossa capacidade de articular essa
linguagem em uma língua e materializá-la na fala.
Nessa concretização, há fatores de toda a ordem
operando (...).
E é isso que desautoriza a concepção de língua
como um produto acabado, heterogêneo e imutável."
Eliane Vitorino de Moura Oliveira
(Docente na UFAL] e
Marcleya Thaynara Ribeiro dos Santos
(Graduanda UFAL]
("Variantes sociolinguísticas e a posteriorização
das fricativas vozeadas em Alagoas",
'Introdução',
in Filologia e Linguística Portuguesa,
vol. 22, jan./jun. 2020)
Na edição 773 de nossa seção
“RESPOSTINHAS BESTINHAS
(Perguntinhas também)”, no Facebook,
publicamos esta bobagem: