quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
domingo, 9 de fevereiro de 2014
UMA CRÍTICA DE MONTAIGNE
Evidentemente, não é uma resenha crítica sobre escritos
de Michel de Montaigne (1533-1592), pois não tenho
habilitações para isso. Teremos sim, a leitura de uma
crítica que Montaigne fazia aos seus contemporâneos,
em um dos "Ensaios". Trata-se do capítulo 49 do livro 1
destes ensaios, e que se intitula "Dos costumes antigos".
Acredito que, embora apareça na crônica , no sentido
que comumente usamos, o termo 'costumes' se refira
mais a vestimentas, pois é disso que trata, basicamente,
o ensaio. Lembro que esse volume do livro foi publicado
em 1573.
Inicialmente, Montaigne fala sobre a tendência que têm
os povos de considerarem seus costumes (no sentido
comum) melhores que o de outros povos, tendência que
considera geral.
"Desculparia de bom grado em nosso povo a tendência
para não admitir como modelo e regra de perfeição
senão os próprios usos e costumes, pois é defeito
generalizado, não somente no homem comum como
em quase todos os homens, ver e seguir apenas o que
se praticou desde o berço."
Isso parece não se aplicar aos brasileiros, que veem os
europeus, norte-americanos e, ultimamente, também
os japoneses, como mais cultos, mais educados, mais
saudáveis, mais bonitos... Em suma, melhores que nós
em tudo (exceto no futebol).
Esquecem-se de que os europeus ocidentais levaram
300 anos espoliando África e América, e que os EUA
deixaram o poder lhe subir à cabeça, e são ,atualmente,
a desgraça do mundo.
Mas, voltemos a Montaigne. Ele critica o fato de os
franceses acompanharem a moda, e mudarem o estilo
das roupas constantemente.
"Mas lamento encontrar em meus compatriotas essa
inconsequência que faz que se deixem tão cegamente
influenciar e iludir pela moda do momento que são
capazes de mudar de opinião tantas vezes quantas ela
própria muda, forjando cada vez novas razões para
justificar a seus próprios olhos seus juízos mais díspares."
Parece ser uma tendência antiga, que redundou em
benefício para os franceses: Eles se tornaram o centro
da moda em termos de roupa, e influenciaram o mundo
inteiro.
Porém, o que Montaigne critica mais é o fato de que, ao
adotarem uma moda mais recente, passam a "espinafrar"
a moda anterior, que eles mesmos usavam.
"A maneira de hoje se vestir acarreta crítica imediata
à de se vestir ontem, crítica que se exerce tão
precisamente e de comum acordo que se diria
estarmos, quanto a isso, dominados por uma mania
perturbadora de nossa inteligência."
Nesse ponto, Montaigne inicia uma listagem de modas
que foram usadas e sucessivamente destronadas por
outras, quase todas, segundo ele, inexplicáveis.
Corto essa sequência por ser quase ininteligível pra mim.
Para as mulheres, mais afeitas a essas questões, não é
o caso, mas, de toda maneira, isso não é essencial.
Então vem o que, para Montaigne, era questão de falta
de imaginação dos 'alfaiates': O ressurgimento das
modas antigas.
"E sendo essa mudança tão repentina e rápida, não
pode a imaginação de todos os alfaiates do mundo
criar novidades em número suficiente, ocorrendo
então o que se verifica amiúde, reaparecerem, ao fim
de algum tempo, as modas abandonadas, enquanto
outras, ainda recentes, deixam de agradar."
O certo é que Lavoisier só publicaria a lei química da
conservação das massas (popularmente "Nada se cria,
nada se perde, tudo se transforma"), mais de 200 anos
depois, e Chacrinha só iria enunciar a famosa "lei da
conservação das ideias" ("Nada se cria, tudo se copia"),
uns 500 anos depois. Conhecendo essas leis, Montaigne
não atribuiría os ressurgimentos à falta de imaginação.
Então vem a conclusão e, neste parágrafo final, é que
chegamos a verificar a defasagem entre as duas épocas:
A do ensaio e a de hoje.
"E assim chegamos a emitir sobre uma mesma coisa,
em espaço de tempo de 15 e 20 anos, duas ou três
opiniões não apenas diferentes mas, por vezes,
absolutamente contrárias, revelando uma inconstância
e uma leviandade incríveis."
Vinte amos! Dá pra imaginar uma "inconstância" dessas?
Vinte e um anos durou a ditadura militar 1964-85. Pense
num jovem dos anos 80 todo ornamentado como um
Roberto Carlos de antes da Jovem Guarda! Ou numa
mocinha do início do século 21 vestindo-se como nos
anos 80!
Realmente, as coisas do tempo de Montaigne são "um
pouco" diferentes das de hoje!
Abraço do tesco.
de Michel de Montaigne (1533-1592), pois não tenho
habilitações para isso. Teremos sim, a leitura de uma
crítica que Montaigne fazia aos seus contemporâneos,
em um dos "Ensaios". Trata-se do capítulo 49 do livro 1
destes ensaios, e que se intitula "Dos costumes antigos".
Acredito que, embora apareça na crônica , no sentido
que comumente usamos, o termo 'costumes' se refira
mais a vestimentas, pois é disso que trata, basicamente,
o ensaio. Lembro que esse volume do livro foi publicado
em 1573.
Inicialmente, Montaigne fala sobre a tendência que têm
os povos de considerarem seus costumes (no sentido
comum) melhores que o de outros povos, tendência que
considera geral.
"Desculparia de bom grado em nosso povo a tendência
para não admitir como modelo e regra de perfeição
senão os próprios usos e costumes, pois é defeito
generalizado, não somente no homem comum como
em quase todos os homens, ver e seguir apenas o que
se praticou desde o berço."
Isso parece não se aplicar aos brasileiros, que veem os
europeus, norte-americanos e, ultimamente, também
os japoneses, como mais cultos, mais educados, mais
saudáveis, mais bonitos... Em suma, melhores que nós
em tudo (exceto no futebol).
Esquecem-se de que os europeus ocidentais levaram
300 anos espoliando África e América, e que os EUA
deixaram o poder lhe subir à cabeça, e são ,atualmente,
a desgraça do mundo.
Mas, voltemos a Montaigne. Ele critica o fato de os
franceses acompanharem a moda, e mudarem o estilo
das roupas constantemente.
"Mas lamento encontrar em meus compatriotas essa
inconsequência que faz que se deixem tão cegamente
influenciar e iludir pela moda do momento que são
capazes de mudar de opinião tantas vezes quantas ela
própria muda, forjando cada vez novas razões para
justificar a seus próprios olhos seus juízos mais díspares."
Parece ser uma tendência antiga, que redundou em
benefício para os franceses: Eles se tornaram o centro
da moda em termos de roupa, e influenciaram o mundo
inteiro.
Porém, o que Montaigne critica mais é o fato de que, ao
adotarem uma moda mais recente, passam a "espinafrar"
a moda anterior, que eles mesmos usavam.
"A maneira de hoje se vestir acarreta crítica imediata
à de se vestir ontem, crítica que se exerce tão
precisamente e de comum acordo que se diria
estarmos, quanto a isso, dominados por uma mania
perturbadora de nossa inteligência."
Nesse ponto, Montaigne inicia uma listagem de modas
que foram usadas e sucessivamente destronadas por
outras, quase todas, segundo ele, inexplicáveis.
Corto essa sequência por ser quase ininteligível pra mim.
Para as mulheres, mais afeitas a essas questões, não é
o caso, mas, de toda maneira, isso não é essencial.
Então vem o que, para Montaigne, era questão de falta
de imaginação dos 'alfaiates': O ressurgimento das
modas antigas.
"E sendo essa mudança tão repentina e rápida, não
pode a imaginação de todos os alfaiates do mundo
criar novidades em número suficiente, ocorrendo
então o que se verifica amiúde, reaparecerem, ao fim
de algum tempo, as modas abandonadas, enquanto
outras, ainda recentes, deixam de agradar."
O certo é que Lavoisier só publicaria a lei química da
conservação das massas (popularmente "Nada se cria,
nada se perde, tudo se transforma"), mais de 200 anos
depois, e Chacrinha só iria enunciar a famosa "lei da
conservação das ideias" ("Nada se cria, tudo se copia"),
uns 500 anos depois. Conhecendo essas leis, Montaigne
não atribuiría os ressurgimentos à falta de imaginação.
Então vem a conclusão e, neste parágrafo final, é que
chegamos a verificar a defasagem entre as duas épocas:
A do ensaio e a de hoje.
"E assim chegamos a emitir sobre uma mesma coisa,
em espaço de tempo de 15 e 20 anos, duas ou três
opiniões não apenas diferentes mas, por vezes,
absolutamente contrárias, revelando uma inconstância
e uma leviandade incríveis."
Vinte amos! Dá pra imaginar uma "inconstância" dessas?
Vinte e um anos durou a ditadura militar 1964-85. Pense
num jovem dos anos 80 todo ornamentado como um
Roberto Carlos de antes da Jovem Guarda! Ou numa
mocinha do início do século 21 vestindo-se como nos
anos 80!
Realmente, as coisas do tempo de Montaigne são "um
pouco" diferentes das de hoje!
Abraço do tesco.
SORTESCO 289
SATIRICON
de PETRONIO
Visto, de início, apenas como ficção, esta
obra nos traz, na verdade, o costumeiro e
o usual na sociedade romana do século 1,
observados no cotidiano dos pobres:
plebeus, escravos e libertos. Nota-se a
promiscuidade e amoralidade típicas das
civilizações da antiguidade. A Grécia,
possivelmente, tenha mostrado um
quadro um pouco melhor, mas que não
diferencia muito da situação geral.
Apenas 160 páginas.
INSCREVA-SE ASSIM:
Escolha apenas UM grupo, de 1 a 20,
com 5 dezenas já determinadas.
Exemplos: Grupo 1 = dezenas 01, 02, 03, 04 e 05.
Grupo 20 = dezenas 96, 97, 98, 99 e 00.
Basta indicar esta sua escolha nos comentários.
O vencedor será indicado pelo sorteio da Loteria Federal
(link no ítem 2 do Regulamento), em 15/02/2014.
Escolha um grupo AINDA DISPONÍVEL,
ATÉ às 17 horas do dia do sorteio.
de PETRONIO
Visto, de início, apenas como ficção, esta obra nos traz, na verdade, o costumeiro e
o usual na sociedade romana do século 1,
observados no cotidiano dos pobres:
plebeus, escravos e libertos. Nota-se a
promiscuidade e amoralidade típicas das
civilizações da antiguidade. A Grécia,
possivelmente, tenha mostrado um
quadro um pouco melhor, mas que não
diferencia muito da situação geral.
Apenas 160 páginas.
INSCREVA-SE ASSIM:
Escolha apenas UM grupo, de 1 a 20,
com 5 dezenas já determinadas.
Exemplos: Grupo 1 = dezenas 01, 02, 03, 04 e 05.
Grupo 20 = dezenas 96, 97, 98, 99 e 00.
Basta indicar esta sua escolha nos comentários.
O vencedor será indicado pelo sorteio da Loteria Federal
(link no ítem 2 do Regulamento), em 15/02/2014.
Escolha um grupo AINDA DISPONÍVEL,
ATÉ às 17 horas do dia do sorteio.
sábado, 8 de fevereiro de 2014
SORTESCO 288 - RESULTADO
Na extração de hoje da Loteria Federal a dezena do 5° prêmio é 39,
e, por aproximação,
a opção vencedora é de
CHICO!
CHICO!
Parabéns!
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
VAI E NÃO PEQUES MAIS-2
- Ei, tesco, aquele negócio de pecado, que você falou no
domingo, me deixou encucado!
Ah, o problema do Armagedom?
- Também, mas, fora isso, tem outra coisa. Jesus curava
as doenças físicas: Cego, coxo, paralítico, leproso,
maneta, corcunda...
Êpa, que negócio é esse de maneta e corcunda? O Novo
Testamento não fala dessas coisas não!
- Sei lá, veio no embalo. Mas, veja, que é que tem doença
com pecado? Não são coisas separadas?
Bom, aí temos três aspectos a observar. Primeiro, que os
judeus, como todos os povos da antiguidade, imaginavam
que a ofensa contra Deus (ou deuses, conforme o povo)
eram "castigadas" com males infligidos ao corpo físico do
cliente, digo, do ofensor. Assim, a exortação de Jesus se
encaixava perfeitamente no pensamento da época.
- Então, Jesus pensava isso também?
Não, aí é que vem o segundo aspecto: Jesus sabia, como
nós sabemos hoje, que as doenças são originadas, se não
todas, predominantemente, de problemas espirituais, e,
desse modo, "não pecar mais" é, antes de tudo, profilaxia,
quer dizer, prevenção de doenças.
- Ah, certo, então Jesus atirava no que via e acertava no
que não via.
Hum, não me parece a figura mais apropriada. Digamos
que Jesus recomendava "o certo de sempre", e o pessoal
achava que ele dizia "o certo da época".
- Tá, vá lá.
O terceiro aspecto apresenta duas variantes, uma é que,
como o atual pensamento científico assevera, muitos dos
problemas físicos do homem moderno originam-se de
conflitos na mente, isto é, que distúrbios psíquicos, que
denominam como neuroses, manias, esquizofrenias, e
coisas assim, causariam males físicos. Portanto, 'não
pecar mais' equivaleria a pacificar a mente, acalmar-se,
harmonizar-se, sei lá, 'entrar em alfa'.
- Certo. Mas tem outra 'variante'?
Sim, utilizando o conceito que emiti sobre pecado, 'não
ofender as criaturas de Deus'. Temos que observar aqui
que 'criaturas de Deus' inclui a própria pessoa, não são,
necessariamente, os outros. Daí temos que, todos os atos
cometidos em excesso, podem se tornar 'ofensa a uma
criatura de Deus', ou seja, um pecado.
Desse modo temos uma etiologia mais...
- Você quer dizer 'etimologia'?
Não, 'etiologia' é o estudo das causas, nesse caso, causas
das doenças. Como dizia, etiologia mais abrangente, mais
ampla, pois as mais variadas ações, conceituadas como
'pecado', podem originar doenças.
Como exemplos temos:
Ingerir quantidades excessivas de sal, açúcar ou gorduras;
enraivecer-se contra uma pessoa, parente ou não;
entristecer-se, em excesso, com perdas financeiras;
matar um animal, sem motivo justo;
drogar-se, com drogas lícitas ou ilícitas, sem necessidade;
exemplos não faltam, usando-se este conceito de pecado.
E assim, o pecado carreará a doença.
Portanto, aconselhar a não pecar pode ser visto como,
antes de tudo, uma recomendação que visa a saúde!
Não sei se você vai, mas se for, "vai e não peques mais!".
Abraço do tesco.
domingo, me deixou encucado!
Ah, o problema do Armagedom?
- Também, mas, fora isso, tem outra coisa. Jesus curava
as doenças físicas: Cego, coxo, paralítico, leproso,
maneta, corcunda...
Êpa, que negócio é esse de maneta e corcunda? O Novo
Testamento não fala dessas coisas não!
- Sei lá, veio no embalo. Mas, veja, que é que tem doença
com pecado? Não são coisas separadas?
Bom, aí temos três aspectos a observar. Primeiro, que os
judeus, como todos os povos da antiguidade, imaginavam
que a ofensa contra Deus (ou deuses, conforme o povo)
eram "castigadas" com males infligidos ao corpo físico do
cliente, digo, do ofensor. Assim, a exortação de Jesus se
encaixava perfeitamente no pensamento da época.
- Então, Jesus pensava isso também?
Não, aí é que vem o segundo aspecto: Jesus sabia, como
nós sabemos hoje, que as doenças são originadas, se não
todas, predominantemente, de problemas espirituais, e,
desse modo, "não pecar mais" é, antes de tudo, profilaxia,
quer dizer, prevenção de doenças.
- Ah, certo, então Jesus atirava no que via e acertava no
que não via.
Hum, não me parece a figura mais apropriada. Digamos
que Jesus recomendava "o certo de sempre", e o pessoal
achava que ele dizia "o certo da época".
- Tá, vá lá.
O terceiro aspecto apresenta duas variantes, uma é que,
como o atual pensamento científico assevera, muitos dos
problemas físicos do homem moderno originam-se de
conflitos na mente, isto é, que distúrbios psíquicos, que
denominam como neuroses, manias, esquizofrenias, e
coisas assim, causariam males físicos. Portanto, 'não
pecar mais' equivaleria a pacificar a mente, acalmar-se,
harmonizar-se, sei lá, 'entrar em alfa'.
- Certo. Mas tem outra 'variante'?
Sim, utilizando o conceito que emiti sobre pecado, 'não
ofender as criaturas de Deus'. Temos que observar aqui
que 'criaturas de Deus' inclui a própria pessoa, não são,
necessariamente, os outros. Daí temos que, todos os atos
cometidos em excesso, podem se tornar 'ofensa a uma
criatura de Deus', ou seja, um pecado.
Desse modo temos uma etiologia mais...
- Você quer dizer 'etimologia'?
Não, 'etiologia' é o estudo das causas, nesse caso, causas
das doenças. Como dizia, etiologia mais abrangente, mais
ampla, pois as mais variadas ações, conceituadas como
'pecado', podem originar doenças.
Como exemplos temos:
Ingerir quantidades excessivas de sal, açúcar ou gorduras;
enraivecer-se contra uma pessoa, parente ou não;
entristecer-se, em excesso, com perdas financeiras;
matar um animal, sem motivo justo;
drogar-se, com drogas lícitas ou ilícitas, sem necessidade;
exemplos não faltam, usando-se este conceito de pecado.
E assim, o pecado carreará a doença.
Portanto, aconselhar a não pecar pode ser visto como,
antes de tudo, uma recomendação que visa a saúde!
Não sei se você vai, mas se for, "vai e não peques mais!".
Abraço do tesco.
SORTESFCO 20
LABIRINTO
de ROBERT SILVERBERG
Os textos de Silverberg são claramente
de ficção científica, porém, as tramas que
ele nos traz, costumeiramente, são
dramas sócio-psicológicos, que nos
instigam o interesse. Este, por exemplo,
fala de um excluído - literalmente - não
somente da sociedade humana, mas da
humanidade. Mas ele se torna necessário
em decorrência do encontro com uma
espécie alienígena, e vão procurá-lo no
labirinto mortal, onde está habitando.
São 166 páginas. de tensão, nesta obra eletrizante.
INSCREVA-SE ASSIM:
Escolha apenas UM grupo, de 1 a 20,
com 5 dezenas já determinadas.
Exemplos: Grupo 1 = dezenas 01, 02, 03, 04 e 05.
Grupo 20 = dezenas 96, 97, 98, 99 e 00.
Basta indicar esta sua escolha nos comentários.
O vencedor será indicado pelo sorteio da Loteria Federal
(link no ítem 2 do Regulamento), em 12/02/2014.
Escolha um grupo AINDA DISPONÍVEL,
ATÉ às 17 horas do dia do sorteio.
de ROBERT SILVERBERG
Os textos de Silverberg são claramente de ficção científica, porém, as tramas que
ele nos traz, costumeiramente, são
dramas sócio-psicológicos, que nos
instigam o interesse. Este, por exemplo,
fala de um excluído - literalmente - não
somente da sociedade humana, mas da
humanidade. Mas ele se torna necessário
em decorrência do encontro com uma
espécie alienígena, e vão procurá-lo no
labirinto mortal, onde está habitando.
São 166 páginas. de tensão, nesta obra eletrizante.
INSCREVA-SE ASSIM:
Escolha apenas UM grupo, de 1 a 20,
com 5 dezenas já determinadas.
Exemplos: Grupo 1 = dezenas 01, 02, 03, 04 e 05.
Grupo 20 = dezenas 96, 97, 98, 99 e 00.
Basta indicar esta sua escolha nos comentários.
O vencedor será indicado pelo sorteio da Loteria Federal
(link no ítem 2 do Regulamento), em 12/02/2014.
Escolha um grupo AINDA DISPONÍVEL,
ATÉ às 17 horas do dia do sorteio.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
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